Destaques:               

Quinta do Carmo  -  O Quinta do Carmo branco é resultante das castas tradicionais Roupeiro, Arinto, Perrum e Fernão Pires. As uvas são colhidas no final de Agosto para preservarem a sua acidez e aromas. A vinificação processa-se em cubas de inox e é engarrafado entre seis a sete meses após a colheita. É um vinho vivo, aromático, podendo o seu aroma ser citrino, floral ou exótico, dependendo do ano.  Deve ser consumido novo.

 
 
Os exemplos que seguidamente se apresentam, devem ser encarados como sugestões, tradicionalmente aceites mas, de modo algum obrigatórias.
 
Carnes - As carnes vermelhas necessitam de vinhos tintos encorpados com "bouquet", enquanto que as brancas irão melhorar com os vinhos mais leves, mais jovens e menos carregados de aroma e sabor. Excepção será o leitão assado no forno que deverá sempre ter um espumante natural a acompanhá-lo.
 
Caça - Combina com vinho velho, aveludado, com um bom "bouquet".
 
Peixes - Os peixes cozidos ou grelhados, são beneficiados quando acompanhados por um vinho branco, um pouco acídulo, leve, frutado e vivo, ao passo que, quando cozinhados no forno deverão ser servidos com vinho branco mais seco, encorpado e capitoso. Excepções são a sardinha assada e o bacalhau, que acompanham bem um vinho tinto, encorpado e de preferência com alguma adstringência.
 
Mariscos - Quando cozidos, vão bem com vinho branco leve, acídulo ou com verde branco, mas quando gratinados ou cozinhados com gordura, ervas aromáticas, especiarias ou natas, requerem um vinho branco seco, menos acídulo e menos jovem.
 
Doçaria - Acompanha bem com um vinho licoroso doce ou meio doce, conforme a sobremesa tenha mais ou menos açúcar na sua confecção, ou com um espumante doce.
 
Os Espumantes vão bem com tudo, está na moda começar e acabar uma refeição sempre na mesma companhia, ou seja o espumante natural.  Como aperitivo, o melhor é aquele que nos possa estimular o apetite para a refeição. Poderá ser um espumante bruto, um madeira seco, um porto branco seco ou porque não, um vinho branco fresco e frutado, com o qual iremos continuar durante a refeição, até ao prato de carne. O que nunca deverá ser servido como aperitivo são os cocktails, pois estes deixarão o palato incapaz de apreciar os vinhos que venham a ser servidos posteriormente com a refeição.
Como digestivo e para terminar a refeição deverá servir-se uma aguardente vinica ou bagaceira.